O novilho de Flor também havia sumido e foi assim que Arnaldo voltou à fazenda trazendo o animal de volta. Ao chegar, o capitão-mor o nomeou vaqueiro da fazenda, cargo vago desde a morte do pai de Arnaldo, que fora o melhor vaqueiro daquela época, superado apenas por seu próprio filho.
Enquanto isso, Marcos Fragoso, dono da fazenda vizinha, veio para se instalar na região com o objetivo de se casar com Flor. Arnaldo, informado por Jó, vigiava a casa de Fragoso e estava a par de tudo o que lá se passava. O capitão-mor e Genoveva resolveram que Marcos Fragoso seria um bom noivo para Flor.
Marcos convidou todos para um almoço, e o capitão aceitou para não perder o pretendente de Flor. Na comitiva, além de Arnaldo e do capitão, estavam Flor, Genoveva e Alina. Durante o caminho, surgiu a história do boi Dourado, o mais valioso da região, que ninguém ainda havia conseguido capturar.
Fragoso se ofereceu para capturar o boi e fazer sandálias de seu couro para a moça mais bela. Arnaldo não participou da caçada, apenas observava. Durante a perseguição ao boi, Flor e outros membros da comitiva se divertiam com a caça de pequenos novilhos. Arnaldo acabou salvando Flor de um boi desgarrado e depois se lançou na busca pelo Dourado.
Conseguiu capturá-lo, mas sabia que um animal daquele porte não podia ser mantido cativo, então deixou sua marca no boi como um símbolo de Flor. Ao retornar para o almoço, Arnaldo descobriu que Fragoso planejava sequestrar Flor caso sua proposta de casamento fosse rejeitada. Jó e Arnaldo agiram juntos para desarmar a emboscada.
Após libertar o Dourado e frustrar o plano de Fragoso, Arnaldo narrou suas ações para o capitão-mor, que apoiou suas decisões. Em seguida, o grupo partiu, deixando Fragoso para trás. Quando este finalmente pediu a mão de Flor em casamento, o capitão recusou a proposta, o que enfureceu o poderoso homem.
Fragoso deu o sinal para que Flor fosse sequestrada, mas Jó e Arnaldo agiram prontamente para frustrar seus planos e proteger a donzela.
No entanto, Arnaldo testemunhou tudo e foi ele quem respondeu ao sinal, fazendo com que Fragoso e seus homens acreditassem que tinham Flor em seu poder. Entretanto, a jovem chegou em segurança em sua casa. Furioso com o ocorrido, Fragoso elaborou um novo plano.
Rosinha, uma das empregadas, e José foram até a casa do capitão, e lá inventaram uma história sobre Flor ser viúva, tendo seu marido sido assassinado por glorificar o capitão que o odiava.
O plano consistia em fazer o capitão sair à procura do homem inventado para evitar ser desonrado, mas ele enviou a maioria de seus homens em seu lugar. Enquanto isso, Fragoso retornava com uma armada para capturar a moça. Em uma manhã, Rosinha, por quem Flor desenvolvera afeto, convidou-a para um passeio, enquanto José avisava aos homens na floresta que era hora de agir. No entanto, Arnaldo, que sempre vigiava Flor, conseguiu salvá-la.
Fragoso chegou à fazenda com quatrocentos homens, prontos para capturar a moça, mas o capitão-mor só tinha cinquenta homens, pois o restante estava em busca do homem inventado por Rosinha. Preocupados com o perigo iminente, Jó foi procurar a tribo Jucás, enquanto Arnaldo avisava aos homens do capitão para retornarem o mais rápido possível, pois a família estava em perigo.
Após duas tentativas frustradas de ter a mão de Flor de forma pacífica, Fragoso recebeu uma carta do capitão-mor prometendo uma resposta na manhã seguinte.
A resposta foi o casamento de Flor com seu primo Leandro Barbalho. Antes que o casamento fosse consumado, Fragoso percebeu o que estava acontecendo e iniciou o combate armado. Enquanto isso, o padre Teles realizava a cerimônia, mas foi interrompido por uma flecha que o matou. Arnaldo aproveitou o momento para agir, pedindo ajuda à tribo Jucás e aos recém-chegados empregados para derrotar Fragoso e seus homens.
Ao final, o capitão-mor reconheceu a ajuda de Arnaldo na vitória e ofereceu-lhe o que desejasse. Em vez de pedir a mão de Flor, Arnaldo solicitou a mão de Alina para Agrelaum, um dos empregados da casa, e apenas isso.
Comentários
Postar um comentário