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Resenha: Tosco, Gilberto Mattje
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[RESENHA #496] Campos de morangos: uma história sobre exploração humana, de Sandra Saruê
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RESENHA: Nós que aqui estamos por vós esperamos
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Mostrando postagens com o rótulo contos
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Resenha: Doze dias, de Tiago Feijó
Imagem: Arte digital /Divulgação APRESENTAÇÃO Um pai e um filho que não se veem há quinze anos, separados por uma indiferença mútua e persistente, rompida apenas uma vez a cada ano, quando o pai telefona ao filho para felicitá-lo pelo seu aniversário. Mas o acaso tratará de pôr fim a este frio afastamento. Certa manhã, o senhor Raul acorda com uma estranha dor que o impede de se levantar da cama; sozinho e abandonado, não lhe resta outra alternativa senão ligar para o filho e lhe pedir ajuda. Antônio viaja duzentos quilômetros com o intuito de levar o pai ao hospital e retornar à mesmice de sua vida, mas o desenrolar dos fatos o mantém por doze dias no hospital, como único acompanhante do doente, na saga em que se transformará a enfermidade inesperada daquele seu desditoso progenitor. Nas palavras do narrador, “doze dias encavalados neste único e enormíssimo dia”. Neste romance de desbravamento dos medos e das dores do outro, estes dois personagens, durante os doze dias que permanecerã...
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Resenha: Breve inventário de pequenas solidões, de Tiago Feijó
APRESENTAÇÃO Depois de estrear na literatura com o livro de contos “Insolitudes” (2015), vencedor do Prêmio Ideal Clube de Literatura, e ter publicado na sequência dois romances, “Diário da casa arruinada” (2017) e “Doze dias” (2022), ambos também premiados, Tiago Feijó volta ao gênero de estreia com esta belíssima coletânea de textos curtos, pelos quais o autor busca estabelecer uma temática definida: a solidão, ou melhor, aquelas pequenas solidões às quais todos nós estamos sujeitos. Das “insolitudes” para as solitudes, o autor mantém a mesma acuidade na escrita, o mesmo cuidado na composição primorosa das frases e dos diálogos, a mesma preocupação em permear sua prosa com achados poéticos e sutis reflexões. Pelos contos enfeixados neste novo livro, um tênue fio vai costurando as histórias, enredando o leitor em várias tramas e texturas, nas quais os personagens, sejam pessoas ou animais, são marcados por algum tipo de isolamento, de perda ou incomunicabilidade. Em outras palavr...
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Resenha: Fict-Essays e contos mais leves, de Bert Jr.
Foto: Arte digital APRESENTAÇÃO O humor inteligente e afiado de Bert Jr. alça voo e vem a público em Fict-Essays e contos mais leves, coletânea que apresenta sete contos inéditos. Alguns mais sutis, outros mais complexos, mas sempre com uma narrativa de estilo forte, vivo e sagaz, os textos abordam situações inusitadas da vida comum, enfrentadas por personagens peculiares. Em suas próprias palavras: “Surpreendeu-me a velocidade com que o livro emergiu, trazendo à tona personagens e situações bastante diferentes entre si, como também o tom humorístico subjacente, comum a todos os contos. O resultado foi que me diverti muito no processo e agora desejo compartilhar essa sensação maravilhosa com o público”. RESENHA A obra fict-essays e contos mais leves , do autor Bert Jr, é um livro de contos leves publicados pela editora Labrador. O primeiro conto, Neandertala Brasiliensis , narra a história de Faberson, um jovem estudante universitário na antessala dos 20 anos de idade, viu sua vida mu...
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[RESENHA #979] Mogens, de Jens Peter Jacobsen
No final do século XIX, a Dinamarca viveu um período de intensa efervescência intelectual e literária, sendo que essa época foi marcada por influências significativas. Enquanto George Brandes proferia discursos sobre as principais correntes da literatura do século XIX, Henrik Ibsen questionava de maneira profunda e incisiva a teoria evolucionária e o darwinismo que encontravam eco na Inglaterra, do outro lado do Mar do Norte. Nesse cenário de conflitos e controvérsias entre o velho e o novo, teorias eram defendidas e atacadas com extrema violência. Entretanto, nesse contexto, Jens Peter Jacobsen se destacou como um artista singular, preocupado unicamente em ser um criador de beleza e um buscador da verdade. As suas obras, repletas de cores vívidas e que jamais desbotam, mostram a paixão de Jacobsen pela forma e estilo, estampando-os suavemente, mas com força e intimidade, assemelhando-se ao toque singular de um violino ao interpretar a leitura da vida. Além disso, Jacobsen é muito mais...
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