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[RESENHA #496] Campos de morangos: uma história sobre exploração humana, de Sandra Saruê
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Resenha: Tosco, Gilberto Mattje
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Mostrando postagens com o rótulo literaturabrasileira
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Resenha: Quarto de despejo, de Carolina Maria de Jesus
Do diário da catadora de papel Carolina Maria de Jesus surgiu este autêntico exemplo de literatura-verdade, que relata o cotidiano triste e cruel da vida na favela. Com uma linguagem simples, mas contundente e original, a autora comove o leitor pelo realismo e pela sensibilidade na maneira de contar o que viu, viveu e sentiu durante os anos em que morou na comunidade do Canindé, em São Paulo, com seus três filhos. Ao ler este relato-verdadeiro best-seller no Brasil e no exterior- você vai acompanhar o duro dia a dia de quem não tem amanhã. E vai perceber que, mesmo tendo sido escrito na década de 1950, este livro jamais perdeu sua atualidade. ISBN-13: 9788564296015 ISBN-10: 8564296012 Ano: 2013 / Páginas: 200 Idioma: português Editora: Ática RESENHA : Carolina com seu diário nada confidencial vem nos mostrar a realidade da favela do Canindé em São Paulo, as margens do rio Tiete, iniciando sua historia 15 de julho de 1955, relatando o aniversário de sua filha e o que pret...
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Resenha: Dom Casmurro, de Machado de Assis
Machado de Assis (1839-1908), escrevendo Dom Casmurro, produziu um dos maiores livros da literatura universal. Mas criando Capitu, a espantosa menina de "olhos oblíquos e dissimulados", de "olhos de ressaca", Machado nos legou um incrível mistério, um mistério até hoje indecifrado. Há quase cem anos os estudiosos e especialistas o esmiuçam, o analisam sob todos os aspectos. Em vão. Embora o autor se tenha dado ao trabalho de distribuir pelo caminho todas as pistas para quem quisesse decifrar o enigma, ninguém ainda o desvendou. A alma de Capitu é, na verdade, um labirinto sem saída, um labirinto que Machado também já explorara em personagens como Virgília (Memórias Póstumas de Brás Cubas) e Sofia (Quincas Borba), personagens construídas a partir da ambigüidade psicológica, como Jorge Luis Borges gostaria de ter inventado. RESENHA A obra de Machado de Assis cujo nome é Dom Casmurro fala sobre um homem, Bento, que faz um livro contando sobre a sua vida, especificament...
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CRÍTICA/ANÁLISE: Helena, Machado de Assis
Todo este material produzido apresenta e relaciona múltiplos ramos ligados à obra Helena. Dentre estas ramificações, encontram-se: o contexto histórico (Romantismo), biografia do autor (Machado de Assis) e os elementos da narrativa, incluindo uma sucinta narração. Trata-se de uma atividade escolar disciplinar – correspondente à Língua Portuguesa, abrangente da Literatura -, contextualizada e regularizada, com o objetivo de repassar, não só simples dados superficiais do tema abordado, mas, sim, informações com mais extensão, influência e profusão. 2. CONTEXTO HISTÓRICO DA OBRA ROMANTISMO (EUROPA) No século XVIII, há uma renovação nas formas de expressão, na escolha dos temas e na busca de modelos e fontes de inspiração, o que se denomina Pré-Romantismo e tem sua origem na Alemanha e Inglaterra. Tal renovação assume grandes proporções no século XIX. Adquirindo liberdade formal e sentimento de contemporaneidade, resultando no romantismo. O Romantismo surgiu na Europa em uma época em ...
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