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[RESENHA #496] Campos de morangos: uma história sobre exploração humana, de Sandra Saruê
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Resenha: Tosco, Gilberto Mattje
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RESENHA: Nós que aqui estamos por vós esperamos
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Mostrando postagens com o rótulo paraquedas
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[RESENHA #984] Destino Varanasi, de Patrícia Ruhman Seggiaro
SINOPSE : Tudo o que acontece tem um sentido? Até que ponto podemos influenciar o nosso destino? Devemos aceitá-lo para atingir certa paz e, talvez, também a felicidade? Nina, brasileira, inicia uma viagem à Índia, desejando esquecer um passado perturbador e retomar o controle de sua vida. Um fotógrafo argentino, Pedro, viaja ao subcontinente para concretizar um projeto junto a Noah, escritor e jornalista israelense. Enquanto Noah anseia curar traumas de guerra, Pedro luta contra seus fantasmas pessoais. Mas a Índia recebe os peregrinos com seus próprios planos. Ao trio de viajantes, se somará Vishnu, indiano que Nina conhece assim que chega a Mumbai e que lhe transmite as tradições de seu país, misteriosamente próximas à sua alma. Cidade após cidade, os viajantes descobrirão um povo de costumes fascinantes. Quando os quatro caminhos confluírem em Varanasi e no Ganges imortal, cada um deles levará uma oferenda para encontrar o sentido de sua própria busca. As palavras de Borges, a...
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[RESENHA #687] Eu me amo (eu acho), de Sabrina Guzzon
Arte gráfica / Ed. Paraquedas APRESENTAÇÃO “Quando você ama, ama. Quando você quer, quer. Desculpas são usadas por quem perdeu ou nunca teve interesse em você”. Como encontrar o amor, inclusive o próprio, depois de várias tentativas? Nesta prosa autoficcional divertida e às vezes ácida, Sabrina Guzzon conta a saga de uma mulher em busca de um final feliz. Prepare-se para um tratado honesto e contemporâneo sobre as relações amorosas e sobre o autoconhecimento. “Ser amada, afinal, faz da vida verão”. Neste texto em primeira pessoa, Sabrina Guzzon constrói uma personagem que não tem medo de expor fragilidades e traumas de maneira honesta e sem freios. Os cenários são de cinema, enquanto ela busca fazer da sua vida um filme. A jornada dessa (anti?) heroína é aprofundada a partir da sua longa lista de romances (ou projetos de) e de reflexões sobre o cotidiano, a pandemia e a maternidade. Em meio a amores casuais, amassos na balada, enganações, abusos e tretas familiares, você também vai enc...
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[REENHA #685] A vida afinal: conversas difíceis demais para se ter em voz alta, de Cynthia Araújo
APRESENTAÇÃO A partir de experiências profissionais e pessoais, e de um recorte de sua pesquisa de doutorado com pacientes com câncer metastático, Cynthia Araújo constrói uma reflexão sensível e contundente sobre o viver e o viver sob a perspectiva da morte. Como advogada da União, entre tantas atribuições, ela defendeu o Estado brasileiro em casos de fornecimento de medicamentos caros pelo SUS a pacientes com câncer. Centenas de processos e entrevistas com pacientes oncológicos depois, a autora levanta questões que interessam a cada um de nós, com câncer ou não, em A vida afinal. Remédios que podem prolongar um pouco a vida de quem espera deles uma cura ou décadas inteiras pela frente — um abrir mão do presente com qualidade pela expectativa de um futuro que tantas vezes não vem. Escolheriam os mesmos tratamentos se soubessem o que realmente podem oferecer? Neste ensaio, o olhar da autora está voltado para as percepções sobre esse tempo a mais de vida de quem está próximo do fim ...
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ENTREVISTA | O prazer e a dor de amadurecer: uma entrevista com a escritora potiguar Clara Bezerra sobre o livro “Roupa de Ganho”
Composto por um pouco mais de 100 poemas e aforismos, “ Roupa de Ganho” (Editora Paraquedas, 140 pág.) , primeira obra de Clara Bezerra (@clara_bezerra) , presenteia o leitor com versos que descrevem as dores, os prazeres e os desencontros do crescimento. Para revestir as emoções, a autora se vale de um vocabulário ancorado na geografia marítima. As águas , portanto, são abundantes na escrita, e povoam o livro em suas mais diferentes formas, trazendo consigo um sem número de metáforas possíveis. A nomenclatura dos capítulos, inclusive, fazem alusão a esse universo. São eles: Córrego, Correnteza, Travessia, Mergulho e Fôlego. Em cada um, a escritora busca agrupar poemas relacionados e que de alguma forma conversam entre si. A cadência da escrita segue a metáfora dos nomes dados a cada parte do livro com a dramaticidade dos versos dilatando à medida que as páginas são viradas, como se fosse a metamorfose da inocência para consciência. As águas que se derramam por toda a obra ...
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[#LeiaNacional] Entrevista com Cris Oliveira, autora de ❝Escova de dentes❞
Com uma escrita experimental, que traz influências da poesia concreta, da poesia narrativa e do haicai japonês, "Escova de dentes” (104 pág) é o livro de estréia da bibliotecária paulistana Cris Oliveira (@cris_taiane) , uma das finalistas da chamada de publicação em poesia da Editora Claraboia. Publicado pelo selo de publicação assistida da Claraboia, a Editora Paraquedas, o livro tem orelha assinada pela escritora Ana Rüsche, finalista do Prêmio Jabuti em 2019. Nascida em 1974 em São Paulo, capital, Cris Oliveira é formada em Biblioteconomia e Documentação pela USP e trabalha com gestão de coleções digitais e metadados na sede da Organização Mundial da Saúde (OMS) em Genebra, na Suíça, onde reside. Participou em antologias da I Jornada de Poesia Virtual e do VI Festival de Poesia de Lisboa, tem textos publicados na Ruído Manifesto, selo Off Flip e no blogue da Bibliotrónica Portuguesa da Universidade de Lisboa. Hoje, Cris nos conta um pouco mais sobre como se deu seu proc...
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[RESENHA #571] escova de dentes, de Cris Oliveira
APRESENTAÇÃO A poeta não é uma fingidora. O que ela fingiu por um tempo foi que não era poeta. Segurou, disfarçou, mas as palavras que ela tanto tinha começaram a sair, a ocupar espaço, a voar. Palavra presa quer sair; pessoa, então... “Minha coragem é minha liberdade”, ela escreveu e eu li. Corajosa e livre, Cris Oliveira lança seu primeiro livro colocando nosso cotidiano em poesia e nos fazendo repensar cada palavra. Para ler e reler sem cansar e sempre descobrindo coisas novas. — Roberta Martinelli RESENHA Cris Oliveira é uma escritora nata, em seu primeiro livro ela desdobra sobre as minúcias do cotidiano da vida, como escovar os dentes ou espetar o bolo quente com palito de dente. Sua prosa altamente revigorante transita entre o agora e o amanhã, livre de pretensões ou planejamentos, é tudo assim, solto no ar como a poesia deve ser. A obra é um emaranhado poético elaborado com um fio condutor espelhado, não começando do início e não tendo um caminho específico à se tomar, mas...
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[RESENHA #559] Meu caminho de volta para casa, de Dani Floresani
FLORESANI, Dani: Meu caminho de volta para casa / Dani Floresani. - 1ed. - São Paulo: Paraquedas, 2022. 184p A busca por um propósito em meio da dor, livro de Dani Floresani é um emaranhado poético da busca pelo divino em meio á dor de momentos e lembranças enraizados no amor e afeto maternal. Meu caminho de volta para casa , de Dani Floresani, é um discurso poético e doloroso da autora, uma descrição precisa, dolorida e minuciosa de um período ao qual não podemos fugir: a dor. A narrativa aborda os acontecimentos e percalços enfrentados pela autora ao descobrir o diagnóstico da doença de sua mãe: ELA (esclerose lateral amiotrófica), uma doença degenerativa progressiva que afeta o sistema nervoso central causando paralisia motora irreversível, os pacientes desta doença morrem de forma precoce ao perder a capacidade de executar tarefas cruciais como comer, caminhar e falar. O diagnóstico veio de forma precoce, causando dor e sofrimento à toda a família, impactando diretamente o sen...
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