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[RESENHA #496] Campos de morangos: uma história sobre exploração humana, de Sandra Saruê
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Resenha: Tosco, Gilberto Mattje
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RESENHA: Nós que aqui estamos por vós esperamos
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Mostrando postagens com o rótulo patuá
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Resenha: A forma do fogo, de Felipe Rodrigues
Foto: Arte digital A forma do fogo é um livro de poesias escrito pelo poeta e advogado Felipe Rodrigues. A obra se inicia diretamente com o sumário, essa escolha pessoal do autor em não utilizar uma introdução, prólogo, nota de abertura ou semelhante é uma característica distinta que evoca no leitor a necessidade de aprofundar nos escritos de maneira mais verossímil, com mais afinco, o que denota a possibilidade de andar pelos degraus dos sentimentos presentes em cada linha de forma mais nivelada, possibilitando uma compreensão mais assertiva dos fatos, o que claro, torna a leitura mais instigante, causando um sentimento de inovação do contexto em relação as expectativas dos caminhos descritos e propostos pelo autor. Outra análise possível é o fato do fogo não ser contido, controlado, por suas chamas ascenderem de forma instantânea dentro de seus limites da existência, ardendo. Este arder das chamas provoca uma reflexão latente acerca dos temas abordados, como se o medo, angústia e os ...
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5 Poemas de Christian Dancini, autor de “dialeto das nuvens”
O poeta Christian Dancini de Oliveira, natural de São Roque, São Paulo, é uma revelação no cenário da poesia contemporânea. Desde os onze anos de idade, ele se dedica a escrever versos e, aos 22 anos, já tinha dois livros publicados, além de diversos trabalhos em revistas renomadas. Em seu livro Dialeto das Nuvens, o autor nos leva a uma viagem por suas diferentes fases criativas, explorando desde a fragilidade humana até o surrealismo mais profundo. Nesta matéria, vamos conhecer mais sobre esse talentoso poeta e sua obra que nos convida a sentir, mais do que meramente entender. Conheça cinco poemas presentes na obra dialeto das nuvens : Coração índigo Uma andorinha se desprende do teu crepúsculo, eu vejo agora teus olhos confusos e tristes, por trás da máscara. Equilibrista em minha aorta. Um anjo azul e rosa que pousou na ponta da minha melancolia. O teu lume. Deixastes para trás o teu lume que, palpável, deslizou para dentro da minha garganta. Então, eu o engoli: borboletas em meu e...
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[RESENHA #1000] Escamas de Mil peixes, de Maitê Lamesa
Escamas de Mil Peixes é cardume de poesias escritas entre 2009 e 2023, entroncamento de rios que correram apartados no tempo e no espaço, até serem transpassadas por uma lâmina que afia nos dentes a vontade de falar e que afina a voz de um peixe solitário. É dessa forma que Maitê dosa as diversas forças necessárias para o arremesso dos poemas, escamas que se propõem a refletir as incontáveis nuances da poesia: a coragem da escrita, subjetividades que se cruzam com a coletividade, amores, dissabores, o correr do tempo, a voz feminina e maternal, o mar e a morte. São poemas que se revelam nas margens inacessíveis, na superfície embriagante do oceano e, sobretudo, nas profundezas de um rio turvo, na pele de peixe. Não são paisagens paradisíacas que estão em jogo, mas as paisagens para além do alcance da vista: os vales escondidos, as fossas abissais, as cavernas de morcegos, locais onde se opera um sutil descolamento a partir do encontro entre essa paisagem (realidade) e o pensament...
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[RESENHA #952] Escamas de Mil peixes, de Maitê Lamesa
Escamas de Mil Peixes é cardume de poesias escritas entre 2009 e 2023, entroncamento de rios que correram apartados no tempo e no espaço, até serem transpassadas por uma lâmina que afia nos dentes a vontade de falar e que afina a voz de um peixe solitário. É dessa forma que Maitê dosa as diversas forças necessárias para o arremesso dos poemas, escamas que se propõem a refletir as incontáveis nuances da poesia: a coragem da escrita, subjetividades que se cruzam com a coletividade, amores, dissabores, o correr do tempo, a voz feminina e maternal, o mar e a morte. São poemas que se revelam nas margens inacessíveis, na superfície embriagante do oceano e, sobretudo, nas profundezas de um rio turvo, na pele de peixe. Não são paisagens paradisíacas que estão em jogo, mas as paisagens para além do alcance da vista: os vales escondidos, as fossas abissais, as cavernas de morcegos, locais onde se opera um sutil descolamento a partir do encontro entre essa paisagem (realidade) e o pensamento. É u...
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[RESENHA #678] Fumo, de Juliano Costa
APRESENTAÇÃO Fumo é o diário de alguém que tenta parar de fumar, mas acaba gostando tanto de escrever sobre cigarro que passa a questionar sua decisão. Ao longo das páginas e dos dias, a dúvida que surge é: escrever para parar de fumar ou fumar para continuar escrevendo? RESENHA Fumo, de Juliano Costa, é um emaranhado poético descritivo acerca do uso do cigarro. Assim como aconteceria com qualquer outro, aconteceu com o autor. O livro é parte da iniciativa do em parar de fumar enquanto registrava seu progresso em um diário, porém, ao iniciar seu processo, o autor interessou-se demasiadamente pela força da escrita, do que pelo dito exercício do cessar do cigarro, o que ocasionou em reflexões acerca da real necessidade de se parar. Assim surgiu este livro. O autor narra em diversas histórias uma série de acontecimentos que se casam com o uso do cigarro, suas nuances transitam entre amizade, trabalho e cotidiano e são carregadas de um sentimentalismo extremamente forte e exagerado acerca ...
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