Search Blog
Hit enter to search or ESC to close
MAIS ACESSADOS
Resenha: Tosco, Gilberto Mattje
- Gerar link
- X
- Outros aplicativos
[RESENHA #496] Campos de morangos: uma história sobre exploração humana, de Sandra Saruê
- Gerar link
- X
- Outros aplicativos
RESENHA: Nós que aqui estamos por vós esperamos
- Gerar link
- X
- Outros aplicativos
Mostrando postagens com o rótulo relicário
Postagens
[RESENHA #971 Sombras Longas, de Patrícia Lavelle
“Articulando o semântico ao semiótico, a visualidade à sonoridade e ao deslocamento, esse movimento chama a atenção do leitor para o caráter performativo de palavras, imagens e pensamentos. Estes, em sua mútua afetação, focalizados muitas vezes narrativamente, enquanto produção contínua, descontínua e hesitante, nos transportam do mito à filosofia e à poesia, através de mãos, vozes e línguas várias. Desde Filomela e Penélope a Safo, Artemísia Gentileschi, Orides Fontela e Adília Lopes, entre outras, vão emergindo as muitas referências femininas que, desentranhadas de um cânone masculino – também representado por pintores, poetas e pensadores – habitam a poesia de Patrícia.” __Célia Pedrosa RESENHA Neste novo trabalho de poesia de Patrícia Lavelle, uma das características mais notáveis é sua ênfase no aspecto simbólico. O uso das imagens é ainda mais proeminente, criando uma atmosfera visualmente cativante. A primeira parte do livro é composta por uma série de poemas que exploram a rela...
- Gerar link
- X
- Outros aplicativos
[RESENHA #970] No espaço, com Lygia Pape, de Veronica Strigger
SINOPSE Se, na época de Méliès, Mallarmé e Malevitch, o espaço sideral é ainda algo distante, intangível, aproximado apenas por meio do telescópio, na de Lygia Pape e dos irmãos Campos, esse espaço se torna mais próximo, mais concreto, alcançado por naves e navegado por homens e mulheres. O que há em comum a todos esses artistas é uma imaginação do espaço. Há como que uma captura da imagem do espaço sideral para servir como uma espécie de modelo à constituição do espaço gráfico (da página do livro ou da folha da gravura), pictórico ou até mesmo do espaço real, como no caso do Ballet neoconcreto e do Livro da criação, de Pape. É como se todos estivessem sempre a olhar para o céu, estrelado ou não, em busca não tanto de inspiração, mas de um companheiro de viagem. RESENHA No espaço com Lygia Pape é um livro escrito por Veronica Strigger, que proporciona uma visão esclarecedora e inspiradora sobre a vida e obra da renomada artista brasileira Lygia Pape. A obra de Lygia Pape é conheci...
- Gerar link
- X
- Outros aplicativos
[RESENHA #593] Também eu danço, de Hannah Arendt
APRESENTAÇÃO Quem imaginaria que um dos maiores nomes da filosofia política do século XX nos legaria também poemas? Originalmente não destinados à publicação, temos nesta antologia 71 poemas escritos ao longo da vida de Hannah Arendt. Tendo por base a edição alemã estabelecida apenas em 2015 – uma publicação póstuma e recente, como se vê –, os poemas reunidos aqui atuam também como sinalizadores da biografia da filósofa, marcando suas alegrias, amores, amizades, perdas e reminiscências. Segundo Patricia Lavelle, em seu texto de orelha: “Escritos entre 1924 e 1961, com uma longa interrupção entre 1933 e 1942, o lugar destes poemas líricos é a vida interior de Hannah, seus amores e amizades. Mas embora não fosse uma ‘profissional’, para usar a expressão irônica da poeta Ana Cristina César, a jovem precoce de Königsberg, que aos quatorze anos já lia Kant, Kierkegaard e os românticos alemães, também não era poeticamente ingênua. A escrita poética prolonga a correspondência de Hannah ...
- Gerar link
- X
- Outros aplicativos
[RESENHA #563] Dezessete anos, de Colombe Schneck
APRESENTAÇÃO Em Dezessete anos, Colombe Schneck estabelece um diálogo direto com a escritora Annie Ernaux, Prêmio Nobel de Literatura. A ideia do livro surge como resposta ao que Schneck descreve como uma espécie de convocação de sua antecessora: “Senti como se ela se dirigisse a mim. Eu precisava contar o ocorrido naquela primavera de 1984”. Era preciso falar sobre a experiência do aborto, um dos atos mais frequentes e, também, mais secretos na história das mulheres. Assim, tal obra, agora no Brasil, traz uma importante contribuição a respeito desse tema tabu, sobre o qual tão pouco se falou na literatura e que envolve interditos ligados ao corpo da mulher. RESENHA O livro de Columbe Schneck é um relato difícil de ler de uma mulher no auge de seus dezessete anos que descobre o prazer e a perda do controle das ações. Ela era jovem, sentia-se, de alguma forma, presa, ela precisava descobrir-se livre de amarras e obrigações e sentimentos ociosos, queria desvendar o poder do sexo, da libe...
- Gerar link
- X
- Outros aplicativos